Muitas vezes quando percebemos que o bebê está com a cabecinha assimétrica, logo procuramos alguém na família que tenha o mesmo problema…
🧬Mas será que isso é genético?
A assimetria craniana posicional não é determinada por herança genética, mas pela associação de três fatores comuns a todos os bebês: crânio com suturas abertas e ossos relativamente maleáveis, crescimento acelerado do perímetro cefálico e decúbito prolongado nos primeiros meses de vida.
❌Não temos como mudar os dois primeiros fatores, que são naturais ao crescimento da cabeça da criança, mas podemos evitar o apoio excessivo da cabeça sempre na mesma região evitando que esta fique achatada.
⚠️É importante que seja feita uma intervenção precoce e se inicie um reposicionamento caso se perceba um formato craniano diferente da normalidade a fim de evitar que a assimetria se perpetue.
Geralmente quando o pai ou a mãe tem alguma assimetria, ele não quer que o filho tenha também…
O que normalmente acontece é que esse familiar pode ter apresentado uma assimetria em uma época em que ainda não havia tratamento.
É sempre importante lembrar que ninguém é perfeitamente simétrico, mas quando a assimetria foge à normalidade é preciso ser tratada a fim de evitar problemas futuros.
✅Na dúvida marque uma consulta com o médico especialista.
Médico Responsável
Dr. Gerd Schreen
CRM-SP 87.116
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